Sem a minha poesia

 

Sem a minha poesia

 

Sem a minha poesia

Pouco a pouco, a cada dia

À deriva eu me sinto

Sem meus versos eu pressinto

Um mal que me abate fundo

Isso tudo é tão profundo

Minha alma fica vazia

Minhas noites são de agonia

Fica tão triste meu mundo

 

Então me procuro no espelho

Vejo meus olhos vermelhos

E meus lábios sem sorriso

Meu Deus, eu sei é preciso

Inspiração vir depressa

Pra que eu possa sair dessa

Roda viva, que dilema

Vem rima, brote em mil versos

Habite meu universo

Se transfigure em poemas

 

Faustino Poeta

17/08/2026 – segunda-feira -15h08

 

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