Fiz esse poema pro meu pai
se você também tem uma janela aberta aí
sinta-se abraçado
Janelas da Saudade
E nos varais as roupas bailam com o vento
Tal qual meus sonhos que ora também bailam
Em busca dum universo onde eles caibam
Libertos de qualquer tipo de sofrimento
Hoje faz vinte e seis anos que meu pái tomou estrada
Deixou-nos pra seguir outra caminhada
Onde no momento, não podemos seguir nela
Ficou para nos aberta somente um janela
Imensas lembranças, pura verdade
Coisas tantas, uma grande saudade.
Faustino Poeta
22/06/2026- segunda-feira- 20h07
Mário Prado
ResponderExcluirLegal... Vc tem muita inspiração... Não é para qualquer um... Parabéns!...
Marcelo Roque
ResponderExcluirBela Homenagem, Poeta!!👏👏👏👏👏👏
Carla Sabongi
ResponderExcluirMaravilhosa expressão!