Nos
braços do tempo
Cheguei
e nem era oito
Então
depois de uma hora
Estava
até meio afoito
Que
resolvi ir embora
E fui
nos braços do tempo
Na
doce cadência das horas
Pelo
que agora me lembro
Nem
sei quantos passos que dei
Donde
vim até agora
Mas
nesta vida importa
Pros
outros o que nossa alma
Na
caminhada suporta?
Se há
brisa ou tempestade
Por
detrás de cada porta
Somente
a gente é que sabe
Faustino
Poeta
22/01/2026
– quinta-feira – 09h09
Marcelo Roque
ResponderExcluirMuito bom poeta
Gliceria Bonassa
ResponderExcluirMuito bem Faustino. Belo poema !
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBeto Acioli
ResponderExcluirLindo!