sábado, 2 de julho de 2016

Ledo amor


Ledo amor

Amo-te, confesso-me isto
Mesmo que não seja um paraíso
Sendo sofrer, este não ter
Este sentimento impreciso

Olhar-te, te ver passar
Ganhando esquinas
Num turbilhão de buzinas
Descendo por avenidas
E eu querendo ser vitrinas
Pra te ter em mim refletida
Suave, doce, bonita.

E é tudo que me acomete
Ledo amor, desejos presos
Tempestade que vem cedo
Pelos caminhos onde chego
Ao portal da dor.


Autor
Carlos Marcos Faustino
02/07/2016- sábado – 00h57



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