quinta-feira, 30 de junho de 2016

Doce delirio


Doce delírio

Pelas frestas  dos teus  olhos
Adentrei  apaixonado
Embriaguei-me, doce delírio
Todo de amor transpassado
Mas no suor do teu abraço
Depois de todo envolvido
Percebi que só  ao teu lado
É que renasço e revivo.

Vou-me, vais também,
Seguimos
Rumos nunca navegados
A cada instante te perco
Deixando-me a cada passo
Leva-me contido em teu peito
E ficam vazios meus braços

Autor
Carlos Marcos Faustino
30/06/2016 – quinta-feira – 09h56


2 comentários:

  1. A poesia que se escreve, é tudo o que reflete da alma de um homem. Parabéns, Poeta Carlos Marcos Faustino.

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