sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Reino encantado




Reino encantado

O que não serei
Não sei nem sinto
Como ser um ser
Que não pressinto
Se pra mim mesmo
Às vezes minto
Que nos meus andrajos
Inda sou rei

Meu corcel alado
Tornou-se encantado
Meu castelo foi tombado
Mas descobri entre os escombros
Flores nascendo em todo o canto
Pássaros ocupando todo o espaço


Foi ai que decidi recolher os cacos
E reconstruir o meu reinado
Desencantar meu cavalo alado
Por os pés no chão, voar pra que
O que serei, serei
Se houver tempo
Torno a ser rei.

Autor
Carlos Marcos Faustino
20/11/2015 -  sexta-feira – 09h58



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