quarta-feira, 17 de junho de 2015

Nau errante


Nau errante

Vasculhei mundos e fundos
Cada espaço, cada canto
Cada olhar repleto de encanto
Doce, completo, profundo.

Quando te vi, entretanto
Bateu forte, pulsou muito
Meu coração navegante
Ancorou e chegou junto.

Amarrou-se em ti um tanto
Querendo-te a todo instante
Nem imaginas o  quanto,

Sofreu por ficar distante
Atirou-se num mar de pranto
E se tornou uma nau errante.


Autor
Carlos Marcos Faustino
1706/2015- quarta – feira – 15h41




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