sexta-feira, 15 de maio de 2015

João ninguém





João ninguém

Tanto tentei que agora acredito
Você  não quer saber mesmo de mim
Pra você eu não existo
Sou uma pedra no seu sapato
Um borrão no seu retrato
Um João ninguém um  proscrito.

Um rascunho  mal feito
Um desenho muito abstrato
Pra este seu mundo perfeito
Onde  a passagem é o dinheiro
O poder,  o prazer e, o status

Autor
Carlos Marcos Faustino
16/05/2015-sábado -00h05


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