quarta-feira, 8 de abril de 2015

Dane-se o amanhã


Dane-se o amanhã

Dane-se o amanhã
Nem sei se estarei nele
 Basta- me o dia de hoje
O presente é a única certeza
E se ele não tem muitas iguarias
E nele que tenho que me manter vivo
Bastam-me as agruras do dia a dia

Dane-se o amanhã
Quantos bens materiais terei acumulado,
Importa- me apenas os afetos conquistados
Amanhã posso ser nada mais  que um passado
Que aos poucos como um papel amarelado
No ar será apenas poeira.

Dane-se o amanhã
Ninguém sabe o seu momento, a sua hora
Pra que projetar sonhos
Somos passageiros
Quero vive-los agora.

Autor
Carlos Marcos Faustino

08/04/2015-quarta-feira-15h53

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