quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Seguindo Viagem

Foto: Seguindo viagem

O ultimo minuto dos meus meia três,
Vinte e três e cinquenta e nove,
De pé direito nos meia quatro
Um ano a mais, um ano a menos,
Pronto chegaram aos doze os ponteiros,
Zero hora, vira-se uma pagina a mais na minha historia,
O ontem já é meu passado,  
O que lá escrevi  ficará estampado
No livro da vida,
Já caminhando um minuto dele,
Enquanto os versos  fluem neste inicio de madrugada,
Com rimas ou sem, as coisas de ontem de novo vem,
Cinco de setembro, o dia já desliza,
Dezoito minutos são transcorridos,
Ouço uma canção, 
Escrevo este texto, esses versos,
Nem tanto poético,  Mais narrativo.

Eu sei que da meia noite passava,
Nem me lembro da hora,
Naqueles anos cinquenta,
Minha mãe e a parteira,
Chavantes  foi  a rua primeira,
Que me deu guarida na minha chegada.
Antes  do nascer do sol, envolto em lençóis,
Pros braços e amores de minhas irmãs e meus pais.

Trinta minutos
E as lembranças,
O dia avança, Num piscar de olhos,
Será meio dia, seis horas, meia noite,
E esses meia quatro vão ser todos de versos,
Que haja boas venturas, amor e paz pra todos,
Que venham inspirações, novas emoções,
E que chegue ao ultimo minuto desta idade,
Pra ver os ponteiros adentrar os meia cinco,
E deixar a vida seguir viagem.

Autor
Carlos Marcos Faustino
05/09/2014- Sexta Feira – 00h36m

Seguindo viagem


O último minuto dos meus "meia três",
Vinte e três e cinquenta e nove,
De pé direito nos meia quatro
Um ano a mais, um ano a menos,
Pronto chegaram aos doze os ponteiros,
Zero hora, vira-se uma página a mais na minha historia,
O ontem já é meu passado, 
O que lá escrevi  ficará estampado
No livro da vida,
Já caminhando um minuto dele,
Enquanto os versos  fluem neste inicio de madrugada,
Com rimas ou sem, as coisas de ontem de novo vem,
Cinco de setembro, o dia já desliza,
Dezoito minutos são transcorridos,
Ouço uma canção,
Escrevo este texto, esses versos,
Nem tanto poético, nem tanto narrativo.


Eu sei que da meia noite passava,
Nem me lembro da hora,
Naqueles anos cinquenta,
Minha mãe e a parteira,
Chavantes  foi  a rua primeira,
Que me deu guarida na minha chegada.
Antes  do nascer do sol, envolto em lençóis,
Pros braços e amores de minhas irmãs e meus pais.


Trinta minutos
E as lembranças,
O dia avança, Num piscar de olhos,
Será meio dia, seis horas, meia noite,
E essse"meia quatro" vai ser todo de versos,
Que haja boas venturas, amor e paz pra todos,
Que venham inspirações, novas emoções,
E que chegue ao último minuto desta idade,
Pra ver os ponteiros adentrar os meia cinco,
E deixar a vida seguir viagem.


Autor
Carlos Marcos Faustino
05/09/2014- Sexta Feira – 00h36m





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