segunda-feira, 21 de julho de 2014

Alforria

Alforria

Desperto às seis da manhã,
No afã de viver mais um dia,
Complexa esta minha alforria,
Este viver sem tempero,        
Onde tudo tem um preço,
A vida segue no avesso,
Sem rédeas, sem calmaria.      

Os grilhões nos acometem,
A voz morre na garganta,      
No peito coração sangra,      
Viver, arte quase impossível,
A miséria se faz visível,
Visão de morte se estampa.    

Autor:
Carlos Marcos Faustino
21/07/2014 – segunda feira -12h49m




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