segunda-feira, 14 de abril de 2014

O cravo e a rosa

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O  cravo e a rosa

Pra ti, acendi estrelas,
Que iluminaram os  campos,
Trazendo o céu para a terra,
E fez-se uma linda aquarela;
Pedi a lua que fosse,
De uma maneira tão doce,
Aconchegar-se em teu rosto,
Te  despertar  pra meu gosto,
Pra que tudo isso te adoce.

Pra que tudo isso te adoce,
Deves abrir a janela,
E deixar sair por ela,
Tudo o que o coração destroce,
Das mágoas  a mais precoce,
 E todas as dores antigas,
Te entregues ao amor, à vida,
Veja as estrelas e a lua,
Eu fui busca-las, são tuas,
Por ti foram seduzidas.

Por ti foram seduzidas,
E mandaram os pirilampos,
Ao sentirem em teu canto,
Tua voz interrompida,
Pelas lágrimas caídas,
A noite ficou quase dia,
Tanta luz se refletia,
Por isso foi despertada,
Pra colher da madrugada,
Um amor que te queria.

Um amor que te queria,
Por tempos, por muito tempo,
Mas não o vias, me lembro,
Foste dele a melodia,
Muitos versos, poesias,
Muitos sonhos e desejos,
Caricias loucas, beijos,
Mas de modo indiferente,
Despetalaste consciente,
Deixando-lhe só os sobejos.

Autor
Carlos Marcos Faustino
14/04/2014- Segunda Feira – 01h05m






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