segunda-feira, 1 de abril de 2013

Óbvios


Óbvios
 
Óbvios versos? Óbvias poesias?
O óbvio em tua vida faz companhia,
Óbvio é o mundo, óbvias todas tuas lembranças,
Inda vão te chamar de louco,  mesmo que teus “óbvios” sejam poucos.
 
Óbvios olhares nos teus versos impróprios,
 Literatos óbvios te apontarão os dedos na esquina.
E vão te despir  por conta dos seus versos até os ossos ,
Dissecando depois a   tua alma  nas vitrinas.
 
Poderão até te estender em varais e com chibatadas,
Através dos tempos te estudarão rima por rima,
Não te importes, quando puderes  olhar tudo isso lá de cima,
Verás  o quanto do óbvio que deixaste inda fascina..
 
Deixa fluir agora o que  vier, o que tiver que vir,
Sem carimbar,  sem se importar com  rótulos,
Por mais óbvios que forem os poemas, serão apenas,
Expressões de sentimentos, rol de   pensamentos.
 
Justapostos, rimados ou mesmo despido delas,
Que importa se a uns pareça teus escritos, rabiscos,
Simples rascunhos que na vida passas a limpo,
Trazidos da alma pro papel  através de seus próprios punhos
 
Autor:
Carlos Marcos Faustino
31/03/2013  domingo – 01h37m

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