sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Arranha céu


 

Arranha céu
De  tijolo em tijolo, como se fora numa construção,
As emoções ao longo da vida , andar por  andar, são.
Minha primeira paixão, ai meus sonhos de criança
quão doces, quão inocentes nestas primeiras andanças
 
Da inspiração os versos nos anos que se passaram,
Foram todos acoplados em varias canções, retratos,
 E a cada andar que a vida me concedia, chorava, sorria,
Driblava tristezas pra  que  fossem felizes  meus dias.
 
E agora onde me encontro, pra ida já quase pronto,
Neste arranha céu construído por todos meus anos vividos,
Confesso  eu tenho receio deste lugar tão desconhecido,.
 
Deste lugar que  por mim   foi tantas vezes  sonhado
E nos meus devaneios havia luz  por ali, havia  muita  paz
Não devo ter medo ou receio, de voltar serei capaz.
 
 
Autor
Carlos Marcos Faustino
Sábado- 05/01/2013-  00h 56m
 
 

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