domingo, 7 de outubro de 2012

Cidade Coração



Aquarela
Céu azul, nuvens  de algodão,
Anos dourados, bate coração.
Cidade que me tem,
Cidade que me vem na memoria
Agora  em forma de canção.
Ruas largas,  arvoredos,
À noite  entre sonhos e folguedos
Ou no calar   silencioso das madrugadas;
Tirar  os ouvidos do travesseiro
E ao  longe, o cantar de um galo
O  latir de um cão...tudo poesia,
Aquarela guardada, hoje é fantasia,
Lembrança, saudade, tudo me invade,
Recordar é viver, doce cidade...
Cidade que estampo agora em versos,
Cidade  que desabrocha  agora em rimas,
Tão perto, tão longe dos anos que me tiveste,
Pra sempre eterna serás cidade minha.

Um comentário:

  1. Lindo poema que nos faz viajar no trem da nostalgia...Parabéns,Faustino!

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